FACULDADE ESCRITOR OSMAN DA COSTA LINS – FACOL

CENTRO DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO

CURSO DE EXTENÇÃO EM PSICOPEDAGOGIA CLÍNICA – 2007

EAP – Espaço de Apoio Psicopedagógico

 
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Vitória de Santo Antão - PE

Fone: (81) 3523-0012 – E-mail: posgraduacao@facol.net

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ESPAÇO DE APOIO PSICOPEDAGÓGICO

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  1. Apresentação
  2. Supervisão
  3. Ingresso
  4. Atendimento
  5. Perfil dos alunos
  6. Estratégias de atendimento
  7. Conceitos trabalhados
  8. Possibilidades do Trabalho

1.    Apresentação

O EAP é um espaço pedagógico que tem como atribuição investigar as possíveis causas das dificuldades do educando no processo de construção do conhecimento.

O EAP faz parte do programa de Pós-Graduação da FACOL, sendo o espaço privilegiado para o estágio dos alunos que cursam a Especialização Complementar denominada Psicopedagogia Clínica.


2.    Supervisão

 

Renato Queiroz

Especialista

Mestrando em Educação; Psicólogo e Psicanalista.

Carla Queiroz

Especialista

Pedagoga, Psicopedagoga Clínica e Psicomotricista

Marina Assis

Mestre

Doutoranda em Cognição pela UFPE, Mestre em Clínica.



3.    Ingresso no EAP

        Os alunos serão encaminhados pelas escolas ou por suas famílias, mediante avaliação e preenchimento da respectiva ficha de encaminhamento em qualquer momento do ano letivo.


        Esses encaminhamentos deverão ser analisados pelos supervisores do EAP, em conjunto com os estagiários do curso de Psicopedagogia Clínica.

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4.    Atendimento

        Os atendimentos serão realizados no prédio do EAP, próximo à FACOL, em instalações adequadas e em outros espaços como a brinquedoteca da Faculdade.  É elaborado um cronograma com dia e horário de atendimento de cada aluno e autorização  assinada pelo responsável para freqüentar o EAP.
     Os alunos serão atendidos no turno inverso às suas aulas, em sessões de aproximadamente 50 min, uma vez semana.  Os atendimentos podem ser individuais ou em grupos de alunos de ano e ciclos diferentes. A organização dos grupos será feita de acordo com as características e dificuldades de aprendizagem de cada um, utilizando jogos diversificados, atividades lúdicas, confecção e produções com argila, massa de modelar, leitura e produção textual, etc.

O responsável pela criança é entrevistado para que possa ser traçada a história de vida da criança. A partir dos próximos encontros, serão trabalhados vários instrumentos de investigação (entrevistas, hora do jogo, desenhos, observações em sala de aula e outros espaços pedagógicos, exercícios, testes, etc.). Objetiva-se estabelecer vínculo e confiança entre educador e educando.

5. Perfil dos alunos

·   Histórico de evasão e repetência;

·   Dificuldade de interação com os professores e colegas;

·   Defasagem de alguns conhecimentos básicos nas mais diferentes áreas;

·   "Resistência”  e “bloqueios” em relação a tudo que envolve aprendizagem escolar;

·   Outras questões relativas à aprendizagem.

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A permanência no EAP e o processo de desligamento dependerá de uma avaliação interativa entre educando, professores do EAP e professores do ano-ciclo, que consiste na elaboração de um dossiê de cada aluno onde deverá constar: ficha de encaminhamento, relatórios de aprendizagens já propostas nos anos-ciclos anteriores, histórico escolar, entrevistas, relatórios das proposições e atividades realizadas no EAP, relatório auto-avaliativo composto pelo aluno e educador, etc.



   


6. Estratégias de atendimento


7. Conceitos trabalhados

Identidade:

Diálogo/comunicação:

Relações:

8. Possibilidades do Trabalho

  • Resgate da auto-estima;
  • Respeito entre o grupo;
  • Os alunos também se sentem “mediadores do conhecimento”;
  • Freqüência e assiduidade;
  • Possibilidades de avanços, reenturmações e desligamento do EAP;
  • Parcerias com o coletivo de professores através do planejamento das atividades e avaliação dos alunos;

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